18/12/2011

Porque assisto Chegadas e Partidas


Não sei como nem por que comecei a assistir Chegadas e Partidas, da GNT. Não tenho TV a cabo e não assisto TV. Alguém deve ter comentado e tudo o que sei é que eu passei a acompanhar pelo Youtube.

A cada vez que eu passo 20 minutos na frente desse computador ouvindo as histórias garimpadas por Astrid Fontenelle no aeroporto de Guarulhos, lá se vão 20 minutos de desidratação. Eu não choro. Eu derreto.

Eu me lembro como se fosse hoje do dia que passei nesse mesmíssimo aeroporto, numa já longíqua data: 10 de setembro de 2006. Lembro que para mim foi o dia mais intenso da minha vida. Era a realização do meu sonho de estudar fora do País, de viver sozinha fora de casa, de desbravar lugares, conhecer uma cultura diferente. Ao mesmo tempo, era o dia mais triste da minha vida, o dia em que eu deixava a mãe, o namorado e uma vida para trás. Não me lembro de ter chorado tanto quanto chorei neste dia.

Lembro que neste dia eu almocei no McDonald's e que meus amigos e eu ficamos jogando cartas pra ver se passava o tempo e se a gente conseguia se desligar das coisas que tínhamos deixado para trás em busca de coisas novas. Não conseguimos. Cada um de nós foi atrás de uma lan house pra tentar contato com aqueles que haviam ficado em Goiânia. Nosso voo para Madri só partiria às 23h30.

Fico imaginando o que aquela Marla, de 20 anos, e que havia acabado de deixar para trás o mais intenso amor de sua vida, teria dito para uma possível Astrid em busca de uma história para preencher um programa de pouco mais de 20 minutos. Não há resposta.

Acho que só quem já passou por essa dor da despedida em um aeroporto é capaz de assistir a Chegadas e Partidas com a devida sensibilidade. Como eu disse, a cada vez que vejo, não choro, derreto. É como se eu conseguisse viver a dor de cada uma daquelas pessoas. Mas é uma dor boa, uma dor que só existe porque alguém gosta de alguém. De verdade.

01/12/2011

Eu sou muito moderna......................... NOT!


Daí que nessa semana surgiu a oportunidade de eu inserir na conversa do botequim um fato que me intriga desde que fiquei solteira - lá se vão dois anos. Vocês precisam ficar informados de que eu namorei dos 18 aos 24 anos, então, bem... Eu perdi um bocado da minha juventude sem saber das novidades do mundo da paquera (ai, como eu sou brega!).

Quando eu era adolescente lá em Barbacena, rs, a gente queria ficar a noite inteira com um carinha só. Pelo menos eu era assim, sabe? E o carinha beijava na nossa boca e sumia no mundo atrás de outra boca pra beijar. #foreveralone

Agora corta pra 2011 e a pessoa que quer beijar o carinha e sumir no mundo agora sou eu. Tipo, beijou, beijou. Agora chega, meu senhor, que eu vim aqui foi pra dançar. E eu JU-RAN-DO que era a gata moderna da buatchy. ryzos. Enquanto isso o carinha fica te rondando, te querendo, colocando a mão na sua cintura e você já está a ponto de desenhar que não quer mais beijar esse senhor. (Nota importante da autora: senhor é modo de dizer, porque eu gosto mesmo é dos tchutchucos - vulgo fetos)

E tá aí um negócio que sempre me intrigou: mas esses xóvens não deviam ir atrás de outras moçoilas, gente? O mundo mudou tanto assim? Não é possível que eu sou a mais gata das galáxias que o cara só tá de olho em mim.

E foi depois de eu contar tudo isso, sem saber MESMO a resposta, meu amigo resolveu a "charada" em quatro letras:

- S-E-X-O.

O quê? Mas hein????

- O cara tá te rondando, Marla, porque ele quer te levar pra casa, te botar no colo e te fazer mulher. Beijar é para os fracos.

12/11/2011

Porque reclamar é viver


Pode ser só o cansaço natural desta merda que chamamos cotidiano. Mas pode ser também real a minha preguiça deste mundo. Sério. É tanta preguiça desse monte de coisas que eu acho erradas, que tenho preguiça até de argumentar. Tanta preguiça que precisei vir ao blog pra ver se me animo a reclamar. Toco preguiça de reclamar. Avaliem.

Pra começar, vcs precisam escrever menos poemas, menos poesias, menos contos e mais livros de romance e aventura. Sério. Sabe, assim, um livro inteiro que fale de uma coisa? Então, isso é o que eu chamo de um livro. Conta uma história, gente. Não fica pensando na pedra no meio do caminho, não. Pufavô.

Usem as setas do carro. Sabe aquele aparelhinho do lado do volante que vc empurra pra baixo ou pra cima direcionando o lado para o qual você vai virar a seguir? Então. Tá lá pra ser usado. Sabe, parece que não, mas é importante pra caralho. E eu teria uma melhor expectativa de vida se vocês pudessem adotar o hábito.

Guardem algumas piadas. Sabe você, engraçadinho que faz piada de tudo e de todos o TEMPO TODO? Então, deixa eu te contar: você não é engraçado. Você é um mala que a gente suporta por piedade. É horrível sentir dó e piedade, então, por favor, poupem-nos desse sentimento.

Assessor que liga no horário do fechamento reclamando de não ter saído a matéria no dia. Não precisa nem mandar mais nenhum release. #ficaadica E o pior, diz "sei que você está no fechamento, então vou falar rapidinho e bla bla bla" e fica 5 minutos na porra do telefone. Olha, você não sabe o que eu sou capaz de fazer em 5 minutos.

Aí você presta um serviço pra mim, como frila, e usa a porra do email que seria pra falar de trabalho pra me mandar .pps, .wmv, .mp3 e .jpg de coisinhas engraçadas. Porque você se acha no direito de entupir a minha santa caixa de entrada com merda. Segredo: meu dia não ficou mais feliz, hein?


Filmes de terror. Quando foi que eles voltaram a fazer sucesso? Nos anos 90, ok. Mas em 2011? Sério? Sérião? Por que tem que ser tão impossível encontrar um único filme que preste no cinema pra me fazer me sentir tentada de colocar uma roupa e dirigir até o shopping mais próximo?

Acho até meio sacana reclamar da internet. Mas veja bem: das duas únicas diversões da sua vida, uma é assistir a seriados. E você espera pra que chegue o dia da semana em que eles são exibidos nos Estados Unidos. E você até espera 1 dia ou 2 pra poder baixar o episódio legendado, mas aí vem a porra da internet foda que você contratou que se acha no direito de usar apenas 10% da velocidade e tá tudo bem. Anatel, sério, tem que ver issaê. Tipo, urgente.

Erros de português gravíssimos. Não os normais. Os gravíssimos. Tipo escrever: João, fugiu ontem do matagal. Ou ainda usar crase na frente de substantivos masculinos. Tarefa tão impossível, que nem consegui imaginar um exemplo. Mas acontece todos os dias. Parece uma praga. Sabe, não custa nada. É a língua do seu País. Sei lá, vai ler Paulo Coelho: é fácil e ele escreve corretamente, pelo menos. E minha expectativa de vida também subiria.

Cópia oculta de email. Coisa simples, sabe? Todo email que se preze tem. E seu email não fica exposto pra milhares de pessoas se sentirem no direito de te enviar tudo o que escreve/viu na internet. Sabe o botãozinho CCO? Usem, pelamordedeus.

Homens, pufavô. Pufavô, não puxem papo pra emendar suas aventuras na cama. Se elas não forem comigo, meu senhor, eu não quero saber. Guarde pra você. Mesmo porque eu vou ficar com nojinho e não, não vou beijar na sua boca.

Homens magros e bonitos por natureza que resolvem usar camisa social com all star. Pelamordedeus: não namorem ou sejam casados. Vocês me matam do coração. Expectativa de vida, ok?

06/09/2011

Jornalismo canalha


Esse filho da mãe não me liga, não me dá bola, faz que não tá nem aí pra mim, mas eu arrasto um caminhão por causa dele.

Ele é lindo, sexy, charmoso e perigosamente sedutor, mas é um aproveitador e não me dá nem um centavo.

Ele me dá muito tesão - ainda! - mas não posso dizer que ele me satisfaça.

Ele me proporciona viagens bacanas, jantares caros e baladas da moda, mas custa pagar uma conta de luz e de telefone.

Eu vivo reclamando e quero que ele suma da minha vida, desapareça de vez, mas em menos de uma semana eu já estou morrendo de saudade e pedindo desesperadamente para voltar.

Eu quero seguir em frente na minha vida, mas essa paixão arrebatadora sempre me puxa para perto dele, para perto da loucura, para perto do mais absoluto caos. E o pior: eu gosto.

Ele me segura até tarde quando eu estou completamente exausta, mas eu olho pra ele e me sinto necessária, gostosa, absoluta, poderosa, responsável pelo que ele se tornou.

Eu reclamo, reclamo e reclamo, mas no fundo, no fundo, eu só quero que ele me trate bem, esse jornalismo canalha por quem eu sou tão apaixonada.

20/08/2011

Um ode às mães paulistanas

Tá, não sei fazer ode. É só um texto mesmo.

É que como vcs sabem, eu cobri férias do meu editor em julho, então nada mais justo que eu mesma tirasse férias na primeira quinzena de agosto. Eu nem ia pra lugar algum, mas pintou uma viagem pela empresa e eu resolvi dar uma esticada em São Paulo e dar uma chance para essa cidade cinza que não me curte - e cuja recíproca era verdadeira.

São Paulo cagou no primeiro dia. Tava cinza, frio e - quase - tudo deu errado. Mas aí a culpa não era beeem da cidade, mas sim da desorganização do evento. Não vou me alongar sobre essa parte, mas mais uma vez fica a dica: não é bom desagradar a imprensa que você convida para cobrir o seu evento. Sou friend?

Quando o evento acabou eu fui parar na Pousada dos Franceses, onde estava aquela linda da Maria Eugênia, que resolveu chamar São Paulo de sua. Gostei muito da pousada, da galera que fica na pousada, dos atendentes da pousada - que deixaram a gente usar a cozinha quando não podia numa madrugada fria de muita fome. Nota importante: a pousada NÃO é assim tão perto da Paulista, hein? Mas uns três dias depois eu já tinha me acostumado com o percurso de 20 minutos...

Apesar de Maria Eugênia e Caroll estarem desesperadas para encontrar um apê, elas conseguiram um espacinho na agenda para saírem comigo, essas fofas. E eu também aprendi a andar em São Paulo, pq, néééé, achar apartamento perto da Paulista tá difícil, minha gente. Muito difícil. Mas eu gostei de andar na Paulista de ponta a ponta. Por quê? Hahahahahaha

Porque é a avenida com o maior índice de homens bonitos por metro quadrado deste Brasil. As mulheres bonitas estão em Goiânia, mas os homens bonitos... olha... esses estão em São Paulo. E parece que estão TODOS lá. Não se dispersaram. Eu ia andando e eles iam e vinham, em minha direção, passavam por mim em câmera lenta, com o cabelo ao vento, cheirosos e oeeeeee de terno. Eu queria passar mais uns 20 dias andando na Paulista. Não precisava nem pegar ninguém, só de olhar já tava bom. VER gente bonita é bom, gente. Dá pra ter esperança nessa vida. Quanto a isso eu só tenho uma coisa a dizer: as mães paulistanas estão de parabéns.

Nós e o Sol na Paulista, essa linda

E eu fiz uma amiga bebendo champagne na Bella Paulista, fiz uma amiga no hostel e fiz um amigo na Pinacoteca. Se tudo der certo, Caroll e Marô vão morar em cima de um puteiro na Augusta e ter gogo boys como vizinhos. E eu não vejo a hora de voltar. Para fazer mais amigos e para ir a mais museus (só fui ao Masp, Museu da Língua Portuguesa, Pinacoteca e Estação Pinacoteca). Mas, principalmente, para dar muitas outras gargalhadas nessa cidade que me acolheu e fez sair o sol pra me dar bom humor. Tô apaixonada? São Paulo, sua LINDA!!

04/08/2011

Tá bom, tá bom.

Tenho pra mim que O Blog da Lista (se você ainda não leu, tá perdendo) anda lendo o meu blog e leu esse post aqui. Porque eles postaram aqui uns vídeos com a dica "Quer se inspirar ou acreditar que amor de filme realmente existe?"

E aí você, que me conhece, vai dizer: ha! fácil! Com todo esse british accent até eu te convenço a casar comigo. Tá bom, Mr. Darcy. Mas o carinha de New York também me convenceria fácil. E sim, eu chorei. Discretamente.


Porque Duda Rangel é rei

Repórter de cultura??
Eu sei. Esta já é a segunda vez que vou copiar na cara dura na íntegra um post do Desilusões Perdidas. Mas é que o Duda Rangel é muito bom e super me identifico. É muito difícil fazer uma pessoa entender porque não consigo largar o tal do jornalismo, mesmo com todos os contras que isso implica. É paixão, sabe? Dessas que te fazem rastejar na lama. Dessas que você xinga, se descabela, faz a louca. E depois vai pra cama e fica tudo bem. É tipo isso.

Daí que ele fez o Slogans publicitários aplicados ao jornalismo (com grifos meus). Se liga:

A primeira matéria [assinada] a gente nunca esquece. (Valisère)

Jornalista é fresquinho porque trabalha em Cultura? Ou trabalha em Cultura porque é fresquinho? (Tostines) [Tenho amigos na Cultura que juram-de-pé-junto que não são gays. Eu não confio. hehehehe]

Dúvida por quê? Plantão é sofrê [e acostume-se com isso.]. (Ypê)

Porque a pauta é agora [pra ontem, no caso]. (Visa)

QI. É melhor... ter. [deve ser bom ter, porque olhaaaa, dá certo que só vendo pra crer. nem com cachaça na encruzilhada tiram seu cargo] (Bradesco Seguros)

Existem razões para acreditar: os jornalistas fodidos são maioria [e você aí fazendo jornalismo se achando o smartão. ryzos]. (Coca-Cola)

Quem disse que não dá? Com carteirada dá! [dá mesmo!] (Fininvest)

Pescoção, lugar de gente infeliz [e com fome. e com sede de café]. (Pão de Açúcar)

O tempo passa, o tempo voa e a censura contra a imprensa continua numa boa. (Bamerindus)

A cerveja é a nossa energia [mesmo às segundas-feiras, seusmané! saúde!]. (Petrobras)

Faculdade de jornalismo: 1001 inutilidades [nem tantas, sherlock. nem tantas]. (Bombril)

Reclamo muito de tudo isso [tipo "todo dia". apanho, mas não denuncio. nem largo]. (McDonald´s)

Apaixonados por boca-livre, como todo jabazeiro [muuuuuuuuito apaixonados por jabá]. (Postos Ipiranga)

Existem empresas de comunicação que o dinheiro não compra. Para todas as outras existe a matéria paga. [tum-dum-tssssss] (MasterCard)

Johnnie Reporter, keep working. (Johnnie Walker)

24/07/2011

Por uma nova categoria de filmes


Deem licença que estou amarga.
Porque acabei de assistir a um melodrama que era pra ser, na verdade, uma comédia.

Se tem uma coisa que ajuda o mundo a ser mais horrível do que já é são os tais filmes minimamente românticos. Será que todos os roteiristas do mundo são mulheres? Se não são, são homens muito filhos da puta. MUITO.

Desde as primeiras histórias do príncipe do cavalo branco o mundo vem judiando das mulheres. Porque todas as histórias fazem você acreditar que existem homens sensacionais, inteligentes, bem humorados, românticos e fiéis, minha gente. Fiéis. ryzos.

Daí que a gente cresce vendo essa babaquice e fica esperando o seu próprio príncipe do cavalo branco, pq, né, se tem tanto homem bom no mundo, por que só os canalhas batem à nossa porta? Daí você fica dispensando todos os mais ou menos porque, ó, deus, o príncipe deve ter se atrasado trocando a ferradura do cavalo branco.

E eu já tinha desistido de assistir qualquer filme minimamente melodramático pra não ficar com mais ódio do mundo. Mas tudo, meus senhores, tem um mínimo de melodrama MENTIROSO. É impossível assistir a qualquer filme hoje em dia. Estou revoltada, apesar de torcer sempre pelo final feliz. 

Eu quero poder ver um filme de ação e não chorar no final. Eu quero poder ver um filme de comédia e não chorar no final. Eu quero ver um filme de terror e não chorar no final. Estou pedindo muito? Pelo que parece, sim. 

Algum roteirista de bom coração poderia criar uma categoria nova de filmes, tipo... sei lá, homens em ação. E aí os atores interpretariam apenas esses papéis que vemos por aí, sabe? Homens infantis, babacas, ogros, veados, criados na base do leite com pera ou pela avó. Porque aí, AÍ tudo seria mais fácil. Porque você já se acostuma desde criança que homem é essa criatura tosca e fim. Não fica criando mil ilusões de um cara perfeito, pq oeeeeeee, ele não existe. Fim. A vida seria muito, mas muito mais simples.

Tô mal amada? Tô mal comida? Tô. 
Então me deixem em paz. E façam filmes sem melodrama em tudo.

p.s.: Meus melhores amigos são homens. Não estou falando de homens para serem amigos. Estou falando de homens com os quais deveríamos nos reproduzir. Sacou?

23/07/2011

Miss Brasil 2011

Eu quero descer

Daí que agora eu tô fechando o jornal - for real - e só consigo sair depois da 1 da manhã da empresa. Empresa essa que investiu um pedaço do meu PPR (participação nos lucros) [REVOLTA-hahahaha] pra colocar umas luzinhas de LED na antena. E aí que ela brilha e me ajuda a passar o tempo quando tô lanchando ao ar livre e tal, mas, oeeee, é só uma luzinha que muda de cor. Gente da cidade grande tá acostumado a ver luzinha.

Veja bem, DA CIDADE GRANDE. E, oeeee, eu tô falando de Goiânia. 

Mas aííííí... sempre tem alguém pra me surpreender. Minha vida é feita de surpresas - boas e ruins. Vamos à história:

Estávamos eu e João (nome fictício) saindo do jornal e indo pro estacionamento à 1h20, aquele breu danado, a gente cansado pra caralho e com frio. Daí uma caminhonete branca passou na rua beeeeeeeeemmm devagarinho. E eu pensei que a gente fosse ser assaltado na frente da empresa. Mas aí o João percebeu que a pessoa sentada no banco do passageiro tava tirando fotos com um celular. Era a máfia? Não, não era a máfia. A história segue.

A caminhonete parou. DO LADO de onde ficam os latões de lixo da empresa. Motorista e passageira descem. Passageira sobe na caçamba da caminhonete branca. Faz pose. Motorista faz fotos. A moça queria aparecer com as luzes de LED coloridas ao fundo. Em fotos feitas com o celular. À 1h20 A.M.

Agora, por favor, alguém para o mundo que eu quero descer.